Representaciones sociales, formación y carrera docente: efecto del tiempo y la experiencia con la práctica docente
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v50.37699Palabras clave:
Identidad docente, representaciones sociales, carrera docente, prácticas sociales, formación inicialResumen
El presente artículo aborda las representaciones sociales de docentes principiantes y experimentados de la enseñanza secundaria, en la regional de Joinville, Santa Catarina, acerca de la carrera docente. La formación de profesores, en la mayoría de las veces, demanda un enfoque práctico y reflexivo sobre las prácticas pedagógicas. Esta necesidad se hace evidente cuando los docentes principiantes concluyen la graduación y enfrentan un "choque de realidad" al tratar con la complejidad del día a día escolar. La idealización de la profesión está presente en las representaciones sociales de estos sujetos sobre su trayectoria laboral. Este estudio se basa en la Teoría de las Representaciones Sociales y tuvo como objetivo analizar cómo el tiempo afecta a las representaciones sociales de carrera docente de profesores experimentados y principiantes de educación básica/secundaria. Se aplicaron entrevistas a distancia, seguidas de análisis de contenido y clasificación jerárquica descendente. Los resultados destacan la necesidad de reformulaciones en los procesos de formación inicial y continua que promuevan una transición más fluida entre la teoría y la práctica docente. En la formación inicial, es necesario abordar aspectos de la vivencia práctica, mientras que en la continua, es preciso buscar la valorización de la carrera, cuya precarización se refleja, sobre todo, en el pensamiento de los profesores experimentados.
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