Edições anteriores

  • Roteiro
    v. 47 (2022)

    “A pandemia constitui um marco disruptivo na história de Educação contemporânea. A Educação Inclusiva enfrenta desafios específicos que urge sistematizar e que exigem respostas estratégicas, elencadas em políticas públicas articuladas. O presente artigo, da autoria de Joaquim Colôa, caracteriza a realidade emergente de ensino à distância em contexto atípico, identifica vulnerabilidades do sistema que inviabilizam a equidade e propõe como imperativo, a atribuição de significado e a concretização da inclusão em plenitude. Neste sentido, constitui uma análise indispensável em tempos de pandemia e contribui para a reflexão sobre Educação Sustentável.

    No que respeita a Portugal, as fragilidades do Regime Jurídico de Educação Inclusiva escalaram perante o imperativo de confinamento. A tecnologia e meios informáticos permitiram alguma transição para o ensino à distância, no entanto, foi evidente a reduzida literacia digital que coexiste com constrangimentos socioeconómicos de agregados familiares e contextos educativos. Profissionais de educação e familiares manifestarem entendimentos distintos relativamente ao acolhimento à diversidade neurológica e funcional, o que evidenciou a importância da comunicação entre agentes e intersistemas. O artigo reforça que urge pensar a Educação em completude e articular estruturas conceptuais sólidas com respostas operacionais ágeis e dinâmicas. É esse o carácter inovador que a atual conjuntura exige.”

  • Roteiro
    v. 46 (2021)

  • Roteiro
    v. 45 (2020)

    "O avanço da extrema direita se desencadeou a partir do golpe de 2016. Nesse contexto a resistência do movimento democrático e popular visava derrotar o golpe que pretendia se legitimar nas eleições de 2018 o que, de fato, acabou acontecendo num processo caracterizado por uma dupla fraude: a prisão de Lula numa condenação sem provas; e a estratégia da campanha de Bolsonaro que espalhou largamente notícias mentirosas pelas redes sociais.

    Consumou-se, assim, a democracia suicida, ou seja: o povo, iludido por falsas promessas e notícias enganosas, no exercício de sua soberania votou contra si mesmo elegendo seus próprios algozes. É esse o quadro do avanço da extrema direita que tomou de assalto o governo federal e se encontra destruindo nosso país com profundo retrocesso no campo da educação. É, então, muito oportuna a publicação da Seção temática "Políticas educacionais e o avanço da nova (ou extrema?) direita" no primeiro número de 2020 da Revista Roteiro. Recomendo, pois, vivamente sua leitura."

    “Uma sociedade em crise revela seus extremos, nunca foi tão necessário refletir sobre as formas e funções da aprendizagem histórica como hoje. Torna-se claro que o acúmulo de informações sobre o passado não garante aos sujeitos do presente autonomia em sua orientação no fluxo temporal. É urgente entendermos os conteúdos históricos como meios de aprendizagem, a escolarização do conhecimento histórico expropriou seu aspecto científico, pasteurizando os conflitos, naturalizando as mazelas do presente numa única narrativa teleológica impressa nos materiais didáticos presentes nas escolas de todo o país. A Educação Histórica tem nos orientado a pensar não somente em como ensinamos ou quais conteúdos abordamos, mas principalmente porque aprendemos história. "

     

  • Roteiro
    v. 44 n. 3 (2019)

    Mauro-Iasi_2.jpg

    "Sempre alertamos que a consciência de classe é um processo, um movimento dialético, portanto, de contradições, saltos de qualidade, mas também de recuos e reapresentação de velhas formas. Um processo que é muito mais do que a passagem de uma consciência 'em si' em direção a uma consciência 'para si', isto é, a compreensão da necessidade da transformação revolucionária da sociedade e a superação da ordem capitalista. Um movimento que vai da serialidade inicial na qual a classe está submetida à reificação, por lutas particulares e pontuais através das quais a classe se constitui enquanto classe até a possibilidade de constrição de um sujeito histórico. Isto não é um auto aperfeiçoamento da consciência, mas um processo de luta de classes".

     Mauro Luis Iasi

  • Roteiro
    v. 44 n. 2 (2019)

    Nilma_foto_ok_3.jpg

    Educação e diferença é muito mais do que um tema. São processos, questões sociais, culturais e políticas constituintes de toda e qualquer sociedade. Elas existem tanto nas formas cotidianas da vida quanto institucionais e sempre nos desafiando ao diálogo, à discussão e à busca de caminhos que nos ajudem a compreendê-las na sua dinâmica e inter-relação e, ainda, a implementá-las enquanto ações, políticas e práticas democráticas. [...]

  • Roteiro
    v. 44 n. 1 (2019)

  • Roteiro set./dez. 2018
    v. 43 n. 3 (2018)

  • Roteiro maio/ago. 2018
    v. 43 n. 2 (2018)

  • Roteiro jan./abr. 2018
    v. 43 n. 1 (2018)

    Data da publicação: 11 de abril de 2018
  • Roteiro set./dez. 2017
    v. 42 n. 3 (2017)

  • Roteiro maio./ago. 2017
    v. 42 n. 2 (2017)

    Publicada em 24 de julho de 2017
  • Roteiro jan./abr. 2017
    v. 42 n. 1 (2017)

    Publicada em 04 de abril de 2017
  • Roteiro
    v. 40 n. 2 (2015)

  • Roteiro
    v. 40 n. 1 (2015)

  • Roteiro
    v. 39 n. 2 (2014)

  • Roteiro
    v. 39 n. 1 (2014)

  • ROTEIRO
    v. 38 n. 2 (2013)

  • Roteiro
    v. 38 n. 1 (2013)

  • Roteiro
    v. 37 n. 2 (2012)

  • Roteiro
    v. 37 n. 1 (2012)

  • Roteiro
    v. 36 n. 2 (2011)

  • Roteiro
    v. 36 n. 1 (2011)

  • Roteiro
    v. 35 n. 2 (2010)

  • Roteiro
    v. 35 n. 1 (2010)

    Roteiro v. 35, n. 1, jan./jun. 2010
  • Roteiro
    v. 34 n. 2 (2009)

    Roteiro v. 34, n. 2, jul./dez. 2009
  • Roteiro
    v. 34 n. 1 (2009)

  • Roteiro
    v. 33 n. 2 (2008)

    v. 33, n. 2, jul./dez. 2008
  • Roteiro
    v. 33 n. 1 (2008)

    v. 33, n. 1, jan./jun. 2008
  • Roteiro
    v. 32 n. 2 (2007)

    Roteiro v. 32, n. 2, jul./dez. 2007
  • Roteiro
    v. 32 n. 1 (2007)

  • Roteiro
    v. 31 n. 1-2 (2006)

  • Roteiro
    v. 30 n. 2 (2005)

  • Roteiro
    v. 30 n. 1 (2005)