Educación y emancipación – formar profesoras en contexto de los movimientos sociales

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18593/r.v50.37656

Palabras clave:

formación docente, extensión universitaria, pedagogía, movimientos sociales, MST

Resumen

El estudio tematiza las prácticas de enseñanza en la formación inicial, con el objetivo de comprender articulaciones posibles entre la formación en los cursos de licenciatura y la extensión universitaria. Se trata de una investigación narrativa que toma como material interpretativo los escritos de estudiantes del curso de Pedagogía de una universidad paulista sobre sus experiencias en actividades de extensión. La propuesta investigada se desarrolló a partir de visitas regulares, realizadas a lo largo del primer semestre de 2024, a un asentamiento del Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST). Al volver la mirada hacia las vivencias registradas por las estudiantes, nos preguntamos si la participación en acciones de extensión puede contribuir a la formación docente, buscando identificar qué prácticas resultan coherentes con los principios que defendemos. La construcción del marco teórico se orienta a partir de los conceptos freireanos de formación, extensión y praxis. Al asumir la relación entre universidad y comunidad como una práctica dialógica, la elección del MST se mostró coherente y potencialmente formativa para las futuras profesoras. Los encuentros suscitaban reflexiones sobre la docencia y la educación. Los registros indicaron que una formación docente humanizadora y emancipadora se construye en diálogo con los desafíos y dilemas de la contemporaneidad, de forma colectiva. Asimismo, evidencian que la extensión movilizó a las estudiantes en defensa de agendas como la exigencia por políticas públicas efectivas y no excluyentes de acceso a la educación, así como una formación político-pedagógica fundamentada en el fortalecimiento de la clase trabajadora.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Luciana Haddad Ferreira, PUC-Campinas

Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2015). Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Líder do grupo de pesquisa GentES: escola, formação e políticas e Vice-líder do grupo de pesquisa Histórias de Vida, Narrativas e Subjetividades – HiNaS.

Citas

ALVES, N. Decifrando o pergaminho – o cotidiano das escolas nas lógicas das redes cotidianas. In: OLIVEIRA, I. B.; ALVES, N. (org.). Pesquisa no/do cotidiano das escolas; sobre redes de saberes. Rio de Janeiro: DP&A, p. 13-38, 2001.

AGUIAR, Thiago Borges; FERREIRA, Luciana Haddad. Paradigma Indiciário: abordagem narrativa de investigação no contexto da formação docente. Educar em Revista, v. 37, p. e74451, 2021. Disponível em https://doi.org/10.1590/0104-4060.74451. Acesso em: 3 maio 2026.

ANTUNES-SOUZA, Thiago; PUCCI, Renata Helena Pin; FERREIRA, Luciana Haddad. Neotecnicismo pedagógico, inovação e o impacto na docência na educação superior. Linhas Crí¬ticas, [S. l.], v. 31, p. e54157, 2025. DOI: 10.26512/lc31202554157. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/linhascriticas/article/view/54157. Acesso em: 3 maio 2026.

BRANDÃO, C. R. O que é Educação Popular? São Paulo: Ed. Brasiliense, 2006.

CAMPOS, C. M.; PRADO, G. V. T. (org.). Pipocas pedagógicas: narrativas outras da escola. São Carlos: Pedro & João Editores, 2013.

FREIRE, P. Cartas a Cristina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Ed. 17ª, Rio de janeiro: Paz e Terra, 1983. 107p.

FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, P. Política e Educação: ensaios. São Paulo: Cortez, 2001.

FREITAS, L. C. Tecnicismo: ele está de volta. 2016. Disponível em: https://avaliacaoeducacional.com/2016/08/26/tecnicismo-ele-esta-de-volta/. Acesso em: 10 jul. 2025.

HOOKS, b. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. 2ª ed. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Editora Martins Fontes. 2017.

PRADO, G. V. T.; SOLIGO, R. A.; SIMAS, V. F. Fontes de informações, Registros investigativos e Modos de produção de conhecimentos: uma compreensão da pesquisa narrativa articulada em três dimensões. Revista de Educacion. v.13, n.25, p.101-118, 2022. Disponível em: https://fh.mdp.edu.ar/revistas/index.php/r_educ/article/view/5831. Acesso em: 10 jul. 2025.

RAMOS, M. M. Educação popular: instrumento de formação, luta e resistência no projeto educativo do MST. Fractal: Revista de Psicologia, v. 32, n. spe, p. 233–238, jun. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.22409/1984-0292/v32_i-esp/40984. Acesso em: 10 jul. 2025.

RODRIGUES, R. P.; CRUZ, G. B. (Dis)posições para a formação docente em um curso de pedagogia: contribuições da extensão universitária. Educação e Pesquisa, v.49, p.e251676, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202349251676por Acesso em: 10 jul. 2025.

SOUZA, M. A. Pesquisa educacional sobre MST e Educação do Campo no Brasil. Educação em Revista, v. 36, p. e208881, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-4698208881. Acesso em: 10 jul. 2025.

Publicado

2026-07-23

Cómo citar

FERREIRA, Luciana Haddad. Educación y emancipación – formar profesoras en contexto de los movimientos sociales. Roteiro, [S. l.], v. 50, p. e37656, 2026. DOI: 10.18593/r.v50.37656. Disponível em: https://periodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/37656. Acesso em: 26 jul. 2026.

Número

Sección

Sessão Temática Formação inicial de professores no Brasil: um campo com muitos desafios