Colonialismo digital y educación: entrelazando pedagogías descoloniales para promover la democracia cognitivo-digital
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v49.35527Palabras clave:
colonialismo digital, pedagogía decolonial, tecnología y educaciónResumen
El artículo constituye un estudio teórico-conceptual cuyo objetivo es analizar la relación entre el colonialismo digital y el discurso tecnológico en el ámbito educativo, apostando por el diálogo entre propuestas pedagógicas decoloniales para enfrentar la colonialidad. Se entiende que el colonialismo digital no solo refuerza, sino que también reconfigura y recrudece la colonialidad, en la medida en que produce un discurso tecnológico supuestamente universal, basado en la lógica de la inclusión digital, la innovación y el grafocentrismo digital. Defendemos que se pongan en diálogo las propuestas pedagógicas decoloniales de Catherine Walsh, Luiz Rufino y Karina Menezes. La conjunción de estas tres propuestas es potencialmente transgresora, ya que crea un camino de esperanza y de lucha antirracista, anticolonial y anticapitalista, sirviendo como una alternativa para abrir brechas y viabilizar el diálogo intercultural transmoderno en el ámbito educativo. Reivindicamos una democracia cognitivo-digital, en sustitución al imperio de la colonialidad que produce y reproduce diferencias abismales, deshumanizaciones y universalidades abstractas.
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