La Resolución CNE/CP n° 4/2024 y el futuro de la formación inicial en pedagogía

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18593/r.v50.37593

Palabras clave:

políticas educativas, formación docente, universidad-escuela, prácticas de enseñanza

Resumen

Este artículo analiza las (re)configuraciones de la formación inicial en Pedagogía a la luz de la Resolución CNE/CP n.º 4/2024. Basada en una propuesta que prioriza la experiencia práctica e integra al estudiantado en contextos escolares reales desde el inicio de la carrera, esta normativa se inscribe en la trayectoria iniciada por la Resolución n.º 2/2015, que incorporó la articulación entre teoría y práctica como eje formativo. El objetivo es examinar cómo las Resoluciones CNE/CP n.º 2 y n.º 4 configuran el papel de la práctica en los cursos de licenciatura en Pedagogía, considerando los referentes de la formación docente y la evidencia empírica sobre los significados y límites del aprendizaje mediante inmersión escolar. Se parte de los siguientes interrogantes: ¿Qué ocurre realmente en las inmersiones escolares? ¿Qué aprenden —o dejan de aprender— los futuros docentes a partir de estas experiencias? Los datos proceden de una investigación doctoral concluida que incluyó cuestionarios (n = 15) y entrevistas (n = 5) con egresados de Pedagogía. Los análisis indican que las escuelas, en muchos casos, mantienen una cultura pedagógica fuertemente establecida, lo que dificulta la aplicación de enfoques aprendidos en la universidad y, sobre todo, limita los aprendizajes relacionados con la enseñanza de la Matemática, recorte específico de la investigación. Se concluye que, aunque la inmersión escolar es fundamental, el aumento de la carga horaria práctica sin proyectos formativos bien definidos no garantiza la articulación entre teoría y práctica ni el desarrollo de competencias en todas las áreas de actuación del pedagogo.

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Biografía del autor/a

Andressa Florcena Gama da Costa, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Professora adjunta do curso de Pedagogia na Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Doutora em Educação (2022) pelo programa de pós-graduação em Educação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Mestre em Educação (2013) pelo mesmo programa (UNESP/FCT). Graduada em Pedagogia (2010) - Licenciatura pela UFMS, campus de Três Lagoas. Membro do grupo MANCALA - Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática, Cultura e Formação Docente (UNESP - Marília). Membro do grupo de Pesquisa Ensino e Aprendizagem como Objeto da Formação de Professores (GPEA) - UNESP - Presidente Prudente - SP. Tem experiência com a docência na Educação Básica na rede municipal de ensino de Três Lagoas/MS. Desenvolve estudos e pesquisas na área de Educação e Educação Matemática com relação à formação de professores, início da docência, desenvolvimento profissional, didática e prática de ensino e aprendizagem de conceitos.

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Publicado

2025-12-19

Cómo citar

COSTA, Andressa Florcena Gama da. La Resolución CNE/CP n° 4/2024 y el futuro de la formación inicial en pedagogía. Roteiro, [S. l.], v. 50, p. e37593, 2025. DOI: 10.18593/r.v50.37593. Disponível em: https://periodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/37593. Acesso em: 30 abr. 2026.

Número

Sección

Sessão Temática Formação inicial de professores no Brasil: um campo com muitos desafios