La Resolución CNE/CP n° 4/2024 y el futuro de la formación inicial en pedagogía
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v50.37593Palabras clave:
políticas educativas, formación docente, universidad-escuela, prácticas de enseñanzaResumen
Este artículo analiza las (re)configuraciones de la formación inicial en Pedagogía a la luz de la Resolución CNE/CP n.º 4/2024. Basada en una propuesta que prioriza la experiencia práctica e integra al estudiantado en contextos escolares reales desde el inicio de la carrera, esta normativa se inscribe en la trayectoria iniciada por la Resolución n.º 2/2015, que incorporó la articulación entre teoría y práctica como eje formativo. El objetivo es examinar cómo las Resoluciones CNE/CP n.º 2 y n.º 4 configuran el papel de la práctica en los cursos de licenciatura en Pedagogía, considerando los referentes de la formación docente y la evidencia empírica sobre los significados y límites del aprendizaje mediante inmersión escolar. Se parte de los siguientes interrogantes: ¿Qué ocurre realmente en las inmersiones escolares? ¿Qué aprenden —o dejan de aprender— los futuros docentes a partir de estas experiencias? Los datos proceden de una investigación doctoral concluida que incluyó cuestionarios (n = 15) y entrevistas (n = 5) con egresados de Pedagogía. Los análisis indican que las escuelas, en muchos casos, mantienen una cultura pedagógica fuertemente establecida, lo que dificulta la aplicación de enfoques aprendidos en la universidad y, sobre todo, limita los aprendizajes relacionados con la enseñanza de la Matemática, recorte específico de la investigación. Se concluye que, aunque la inmersión escolar es fundamental, el aumento de la carga horaria práctica sin proyectos formativos bien definidos no garantiza la articulación entre teoría y práctica ni el desarrollo de competencias en todas las áreas de actuación del pedagogo.
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