La inclusión de los superdotados en el sector de las inteligencias múltiples de Gardner
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v49.34775Palabras clave:
dotado, Inclusión, Inteligencias, GardnerResumen
Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre la inclusión de los superdotados en la enseñanza regular de la educación básica. Busca analiz
Este artículo examina la inclusión de estudiantes superdotados en la educación básica regular, abordando la percepción distorsionada que muchas veces asocia esta condición con una idea de superioridad. El problema central es valorar si estos estudiantes reciben la atención y los recursos necesarios para su pleno desarrollo intelectual, social y emocional en el sistema educativo. El objetivo general es analizar la inclusión de estudiantes superdotados, basándose en la teoría de las inteligencias múltiples de Gardner. Los objetivos específicos incluyen presentar el contexto histórico y legal, explorar las características de las personas superdotadas, demostrar la importancia de la teoría de las inteligencias múltiples para la inclusión e identificar lagunas en los enfoques actuales. Se utilizó la hermenéutica (Gadamer, 2003) y un enfoque cualitativo (Bogdan y Biklen, 1998) con revisión bibliográfica y documental. Los datos fueron analizados de manera descriptiva e interpretativa y revelan que la inclusión de personas superdotadas en la educación regular enfrenta desafíos importantes. Si bien existen algunas prácticas y políticas dirigidas a estos estudiantes, aún son insuficientes para garantizar su pleno desarrollo. La aplicación de la teoría de las inteligencias múltiples puede ofrecer una manera de mejorar el enfoque educativo. El estudio concluye que, para mejorar la inclusión de las personas con altas capacidades en la educación regular, es fundamental implementar enfoques educativos más integrados y adaptados a las necesidades específicas de estos estudiantes. Se recomienda la aplicación práctica de la teoría de las inteligencias múltiples para promover un entorno más inclusivo.
ar el tema en el ámbito de las inteligencias múltiples de Gardner y aborda aspectos históricos y jurídicos de esta condición. Cuando nos topamos con el término superdotado se generan diferentes ideas, a veces distorsionadas, de personas superiores a otras. En este artículo dilucidamos aspectos que caracterizan a los superdotados, que no se ajustan a los estándares que se dice que son normales y carecen de un aspecto diferente. Este estudio se realizó desde la perspectiva de la Hermenéutica (Gadamer, 2003), los resultados de la investigación de revisión bibliográfica documental se presentaron de forma descriptiva, con abordaje cualitativo (Bogdan e Biklen, 1998), acompañados de análisis de los autores. Los estudios analizados demuestran que aún no existe un abordaje completo que contribuya efectivamente al pleno desarrollo intelectual, social y emocional de estos estudiantes, aunque ya existen fragmentos.
Descargas
Citas
ALENCAR, Eunice M. L. Soriano de; FLEITH, Denise de Souza. Superdotados: determinantes, educação e ajustamento. 2. ed. rev. revis. São Paulo: EPU, 2001.
AMIN, Andréia Rodrigues. Evolução histórica do direito da criança e do adolescente. In: Curso de Direito da Criança e do Adolescente: aspectos teóricos e práticos/Andréia Rodrigues Amin, Ângela Maria Silveira dos Santos, Bianca Mota de Moraes; (coord.) Kátia Regina Ferreira Lobo Andrade Maciel. – 10.ed. – São Paulo: Saraiva, 2017.
ANACHE, Alexandra Ayach. O Psicólogo nas redes de serviços de educação especial: desafios em face da inclusão. In: MATINEZ, A.M. (org.). Psicologia escolar e compromisso social: novos discursos, novas práticas. 2.ed. Campinas-SP: Alínea, p. 115-131, 2007.
ANDRÉS, Aparecida. Consultora Legislativa da Área XV Educação, Cultura e Desporto. Educação de Alunos Superdotados/Altas Habilidades Legislação e Normas Nacionais Legislação Internacional. Biblioteca Digital, Câmara dos Deputados. 2010. Disponível em: file:///C:/Users/Leandro%20Seidel/Downloads/educacao_alunos_aparecida%20(1).pdf. Acesso em: 18 jan. 2023.
BARBIERI, Alessandra; REIMBERG, Andréia Elisa Caixeta; DIPICOLI, Mariana Aparecida; CARON, Rodrigo Sampaio; PRODÓCIMO, Eliane. Interdisciplinaridade, inclusão e avaliação na educação física: contribuições na perspectiva das inteligências múltiplas. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, Campinas, v.7, n.2, p.119-127, jun. 2008. Disponível em: https://www.mackenzie.br/fileadmin/OLD/47/Editora/REMEF/Remef_7.2/Revisao_-_INTERDISCIPLINARIEDADE__INCLUSAO_E_AVALI_ACAO_NA_EDUCACAO_FISICA.pdf Acesso em: 20 jan. 2023.
BOGDAN RC, Biklen SK. Qualitative research for education: an introduction for theory and methods. 3th ed. Boston: Allyn and Bacon, 1998.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, n. 191-A, p. 1, 5 out. 1988. Legislação Informatizada – Constituição de 1988 – Publicação Original. Disponível em: w2.camara.leg.br/legin/fed/consti/1988/constituicao-1988-5-outubro-1988-322142-publicacaooriginal-1-pl.html. Acesso em: 18 jan. 2023.
BRASIL. Lei n. 5.692, de 11 agosto de 1971. Fixa Diretrizes e Bases para o ensino de 1° e 2º graus, e dá outras providências. Diário Oficial, Brasília, DF, 12 ago. 1971. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5692.htm#:~:text=LEI%20No%205.692%2C%20DE%2011%20DE%20AGOSTO%20DE%201971.&text=Fixa%20Diretrizes%20e%20Bases%20para,graus%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias. Acesso em: 18 jan. 2023.
BRASIL. Lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 27833, 23 dez. 1996. Disponível em: https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=9394&ano=1996&ato=3f5o3Y61UMJpWT25a.
BRASIL. Lei n. 4.024, de 20 de dezembro de 1961. Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial, Brasília, DF, p. 11429, 27 dez. 1961. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4024.html. Acesso em: 18 jan. 2023.
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Ministério da Educação. Brasília: MEC/SEESP, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf.
BRASIL. Resolução CNE/CEB n. 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Diário Oficial da União: seção 1E, Brasília, DF, p. 39-40, 14 set. 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf.
CAMPOS, Sheila Prachedes Pereira; SILVA, Maria Georgina dos Santos Pinto e. A Leitura e a teoria das inteligências múltiplas: um encontro possível em sala de aula. Norte Científico: periódico de divulgação científica do IFRR, Roraima, v.4, n.1, p.97-112, dez. 2009. Disponível em: Acesso em: 20 jan. 2023.
FALCÃO, Ilídio de Jesus Coelho. Crianças sobredotadas. Que sucesso escolar? Lisboa: Asa, 1992.
GADAMER, Hans-Georg. O problema da consciência histórica. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora. FGV. 2003.
GAMA, Maria Clara Sodré S. Parceria entre família e escola. A construção de práticas educacionais para alunos com Altas Habilidades/Superdotação. Volume 3: o aluno e a família. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007.
GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: A teoria na prática. Tradução Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artmed, 1995.
GARDNER. Inteligências múltiplas ao redor do mundo. Tradução de Roberto Cataldo Costa, Ronaldo Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2010.
GARDNER. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
GARDNER, Howard. The Theory in Practice. Ed. Nova Iorque: Bassic Books, 1993.
GOULART, Cecília Maria Aldigueri. Alfabetização, discurso científico e argumentação. In: LEITÃO, S.; DAMIANOVIC, M. C. Argumentação na escola: o conhecimento em construção. São Paulo: Pontes, p. 129-151, 2011.
GUENTHER, Zenita. Desenvolver capacidades e talentos: um conceito de inclusão. Petrópolis: Vozes, 2000.
LANDAU, Erika. A coragem de ser superdotado. São Paulo: Arte e Ciência, 2002.
MORAES, Michele Ferraz de. A Teoria das inteligências múltiplas no ensino de língua espanhola: recursos e estratégias de aprendizagem. 2013. 92f. Monografia (Apresentada ao final do curso de Licenciatura em Letras) – Instituto de Letras, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/79040 . Acesso em: 20 jan. 2023.
PÉREZ, S. G. P. B. O aluno com altas habilidades/superdotação: uma criança que
não é o que deve ser ou é o que não deve ser? In: STOBAUS, C. D.; MOSQUERA,
J. J. M. (org.) Educação Especial: em direção à educação inclusiva. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2004.
PIAGET, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas – problema central do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
RENZULLI, Joseph S. O que é essa coisa chamada superdotação e como a desenvolvemos? Uma retrospectiva de vinte e cinco anos. Educação, Porto Alegre, v. 27, n. 52, p. 45-130, 2004.
ROAZZI, A.; SOUZA, B. C. de. Rethinking the intelligence. Paidéia, Ribeirão Preto,
v. 12, n. 23, p. 12-36, 2002.
TATAGIBA, Viviane Peba Lopes. Ressignificando valores: modificando crenças, concretizando sonhos. O poder de mentoring & coaching: profissionais apontam caminhos e trilhas para o estado desejado, com foco na realização pessoal e profissional. Cap. 1. In: WUNDERLICH, Marcos; ROMA, Andréia (org.). 1ª ed. São Paulo: Editora Leader, 2016.
VYGOTSKY, Lev Semionovitch. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 VANDERLEIA RODRIGUES DA SILVA SEIDEL, MARIA LOURDES

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Declaración de Derechos de Autor
Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la Revista el derecho de primera publicación, con el trabajo licenciado simultáneamente bajo una Licencia Creative Commons – Atribución – 4.0 Internacional.





