Civiles y militares: vigilancia y represión en las universidades en la dictadura corporativo-militar
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v50.36657Palabras clave:
Dictadura cívico-militar, Universidades, EducaciónResumen
Este trabajo tiene como objetivo analizar el acercamiento entre las Fuerzas Armadas y empresarios, banqueros y representantes del capital internacional en el golpe de 1964, en la consolidación de la dictadura. A partir de la investigación bibliográfica y documental, es posible identificar la construcción de un enemigo común que sería responsable de todos nuestros males: el comunismo. Desde el materialismo histórico-dialéctico, la comprensión del tema que nos ocupa requiere analizar el contexto marcado por el crecimiento urbano e industrial, la creciente organización de los trabajadores rurales y urbanos, además del movimiento estudiantil en un momento histórico marcado por la intensificación de la Guerra Fría y la Revolución Cubana (1959). Con la materialización del golpe, se consolidó la dictadura mediante acciones arbitrarias y represión contra los dirigentes más combativos, los sindicatos y el movimiento estudiantil. Cabe señalar que las universidades expresaron todas las contradicciones de la dictadura. Finalmente, la reforma de la educación superior se llevó a cabo mediante la depuración de profesores y estudiantes de las diferentes instituciones educativas con el objetivo de convertirlas en instituciones gestionadas según los parámetros del capital.
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