Non-human ethics and the habitation of teaching and learning in the OnLIFE education paradigm
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v49.35366Palabras clave:
paradigma educativo, habitar del enseñar y del aprender, ética no humana, ecologías conectadas, educación onlifeResumen
Las profundas transformaciones globales de este siglo, como la pandemia de COVID-19, los cambios climáticos y las innovaciones tecnológicas, evidencian la interdependencia entre humanos, naturaleza y tecnología, desafiando la visión antropocéntrica predominante y redefiniendo la comprensión del mundo. Este contexto afecta particularmente a la educación, así como a la investigación en educación, que se ven impulsadas a repensar el paradigma y la ética que orientan sus formas de operar. El objetivo es comprender cómo las transformaciones globales recientes desafían el paradigma antropocéntrico predominante e instigan una redefinición del paradigma educativo y de la ética que fundamenta la educación y la investigación en educación, con un enfoque en la interdependencia entre humanos, naturaleza y tecnología. El procedimiento metodológico implica una revisión teórica de las contribuciones de autores como Serres, Latour y Di Felice, quienes destacan la interconectividad entre humanos, naturaleza y tecnología y contribuyen a repensar la educación en el tercer milenio.Los resultados sugieren que la educación sigue siendo poco permeable a los cambios globales y desafíos para habitar el tercer milenio. Perspectivas innovadoras, como el Paradigma de la Educación OnLIFE, se presentan como alternativas que incorporan la conectividad digital y la hibridación de espacios, tiempos, tecnologías, presencias, lenguajes y modalidades educativas, en la composición de nuevos espacios para ser habitados por el enseñar y el aprender. Este paradigma, al operar en la problematización y en la invención, se refiere a una formación en ecosistemas ecológicamente conectados, donde humanos y no-humanos co-crean conocimiento en ambientes digitales y físicos interconectados, enfatizando la necesidad de una nueva política cognitiva en la educación y, por lo tanto, de una ética que supere el antropocentrismo y adopte una perspectiva ecológica y conectiva.
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