Pedagogía decolonial y educación de jóvenes, adultos y ancianos en el contexto de una sociedad racializada
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v44i1.15451Palabras clave:
Pedagogía decolonial, Educación de Jóvenes, Adultos y Ancianos, Enseñanza decolonizadaResumen
El presente artículo tiene como objetivo presentar reflexiones asentadas en el ámbito de la pedagogía decolonial como contribuciones insurgentes a las prácticas pedagógicas de la educación de jóvenes, adultos y ancianos. Fruto de reflexiones teóricas y pedagógicas, el camino aquí delineado, a la luz de la fenomenológia hermenéutica, recorre los tensos que la enseñanza en la Educación de Jóvenes y Adultos (EJA) experimenta en relación a sus formas colonizadoras, en una sociedad marcadamente racializada, pero también establece relación con las prácticas pedagógicas vivenciadas por alfabetizadoras populares que, fijadas en la realidad del campo, se fueron constituyendo y reconociendose como agentes de transformación al relacionarse con la educación y al involucrarse comunitariamente para que jóvenes, adultos y ancianos alcanzasen la habilidad de leer y escribir. Esta dinámica ha sido vivida a partir de un movimiento constante de construcción, reflexión y reconstrucción continua del acto educativo, con el desplazamiento opresión/liberación, cuya principal exigencia era la toma de conciencia que se daba comunitariamente y a partir de un salto crítico.
Descargas
Citas
BEISIEGEL, C. de R. Paulo Freire. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora Massangana, 2010.
BRASIL. Ministério de Educação. Diretoria de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos. Balanço do Brasil Alfabetizado. Brasília (DF): [s. n.], 2012. 30 transparências, color., 25 cm x 20 cm.
CANDAU, V. M. Educação intercultural na América Latina: tensões atuais. Trabalho apresentado no Congresso Iberoamericano de História da Educação na América Latina (CIHELA), realizado na UERJ, em 2009.
CONTE, I. I.; RIBEIRO, M. Saberes-fazeres que atravessam a Educação do Campo. Revista Roteiro, Joaçaba, v. 42, n. 1, p. 201-222, jan./abr. 2017. Disponível em: http://editora.unoesc.edu.br/index.php/roteiro/article/view/10695. Acesso em: 18 ago. 2017. DOI: https://doi.org/10.18593/r.v42i1.10695
DUSSEL, E. Ética da libertação na idade da globalização e da exclusão. 4. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2012.
FIGUEIREDO, J. B. de A.; SILVA, C. R. da. Contributos para a Formação d@ Educador(a) numa Perspectiva Freireana Descolonializante: um estudo de caso. Visão Global, Joaçaba, v. 15, n. 1-2, p. 115-134, jan./dez. 2012. Disponível em: https://editora.unoesc.edu.br/index.php/visaoglobal/article/view/3416. Acesso em: 05 jul. 2017
FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001b.
FREIRE, P. Cartas à Guiné-Bissau: registros de uma experiência em processo. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
FREIRE, P. Carta de Paulo Freire aos professores. Revista Estudos Avançados, São Paulo, v. 15 n. 42, p. 259-268, maio/ago. 2001a. Disponível em: DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-40142001000200013
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142001000200013. Acesso em 19 ago. 2017.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, P. Pedagogia da Esperança: Um encontro com a Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
FREIRE, P. Pedagogia da tolerância. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
IBGE. Pesquisa nacional por amostra de domicílio contínua. Rio de Janeiro: IBGE, 2018.
JESUS, M. P. dos S de. Lutas e transformações no contexto político-racial: reflexões no campo da Educação de Jovens e Adultos. In: MEIRELES, M. M. de. Educação, diversidade e diferenças: olhares (des)colonizados e territorialidades múltiplas. 1. ed. Curitiba: CRV, 2015.
MACHADO, M. A. de C. Políticas educacionais no Brasil na área de educação de jovens e adultos: o caso do Programa Brasil Alfabetizado em Sergipe. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Tiradentes, Aracaju, 2015.
MASINI, E. F. S. Enfoque fenomenológico de pesquisa em Educação. In: FAZENDA, Ivani (org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2010. p. 65-74.
PAIM, E. A. Para além das leis: o ensino de culturas e histórias africanas, afrodescendentes e indígenas como decolonização do ensino de história. In: MOLINA, A. H. FERREIRA, C. A. L. Entre textos e contextos: caminhos do ensino de história. Curitiba: Editora CRV, 2016. p. 141-166.
PAIVA, V. Paulo Freire e o nacionalismo desenvolvimentista. São Paulo: Graal, 2000.
PASTORAL DA CRIANÇA. Aprendendo e ensinando, ensinando e aprendendo. Curitiba: Pastoral da Criança, 2008.
PASTORAL DA CRIANÇA. Missão e gestão: educação de jovens e adultos. Curitiba: Pastoral da Criança, 2007.
PENNA, C. Paulo Freire no pensamento decolonial: um olhar pedagógico sobre a teoria pós-colonial latino-americana. Brasília: Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, v. 8, n. 2, p. 181-199, 2014. Disponível em: http://periodicos.unb.br/index.php/repam/article/view/12609. Acesso em: 19 ago. 2017. DOI: https://doi.org/10.21057/repam.v8i2.12609
PIMENTEL, Á. Sensibilidade e Criação. In: FEITOSA, D. A.; DORNELES, M. do A.; BERGAMASCHI, M. A. (org.). O sensível e a sensibilidade na pesquisa em educação. Cruz das Almas (BA): UFRB, 2016. p. 7-17.
RIVERO, J. Alfabetização e educação de jovens e adultos na América Latina, direito humano fundamental e fator essencial de equidade social. In: UNESCO. Educação de jovens e adultos na América Latina: direito e desafio de todos. São Paulo: UNESCO/Fundação Santillana, 2009. p. 9-54.
WALSH, C. Interculturalidade crítica e pedagogia decolonial: in-surgir, re-existir e re-viver. In: CANDAU, V. M. (org.). Educação intercultural na América Latina: entre concepções, tensões e propostas. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2009.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Declaración de Derechos de Autor
Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la Revista el derecho de primera publicación, con el trabajo licenciado simultáneamente bajo una Licencia Creative Commons – Atribución – 4.0 Internacional.





