Socialización infantil, mediatización y neoliberalismo: Debates contemporáneos
DOI:
https://doi.org/10.18593/r.v49.34783Palabras clave:
infância, socialización infantil, tecnologías digitales, razón-mundoResumen
Este artículo discute los procesos de socialización infantil, que se encuentran marcados por la presencia de la racionalidad neoliberal y por la digitalización de las diferentes esferas de la existencia humana. Se infiere, a partir de un análisis sistémico, que las tecnologías digitales, cuando son transversalizadas por la racionalidad neoliberal, se pueden comprender como estratégias integrantes de un proyecto antropológico-pedagógico neoliberal, en el cual se busca la formación de un nuevo sujeto. De este modo, aunque se reconozca que los niños realizan una reproducción interpretativa de los artefactos culturales, se identifica que, a través de la exploración excesiva de estos dispositivos, ocurre la recepción de una normatividad que preconiza la satisfacción personal como criterio dominante de la toma de decisiones, la hipertrofia de las relaciones sociales y la atomización del individuo. Por fin, se discuten las implicaciones antropológicas y sociológicas de la formación del nuevo sujeto desde la infancia, teniendo en cuenta que su constitución psíquica y las normas difundidas inhiben la cohesión social y la participación del sujeto en debates públicos.
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