PREVALÊNCIA DE DOR CRÔNICA PÓS-COVID-19 EM IDOSOS DA CIDADE DE CHAPECÓ.

Autores

  • Fernando Schorr Grossl Unoesc Campus Chapecó
  • Eliza Gonçalves De Souza
  • Allana Christina Belleboni
  • Cauan Uilian Antunes Nunes
  • Luiz Fernando Tiepo
  • Tainara Eloisa Scheidt

Resumo

Introdução: A Covid-19 surgiu como uma pandemia em 2019, se espalhando e alastrando-se rapidamente, causando diversos sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse seca, mialgia e cansaço geral (ADIL et al., 2021; CASTRO et al., 2021). A necessidade dos sobreviventes (Covid-19) não é compartilhada por todos (KEMP, Harriet I.; CORNER, Eve; COLVIN, Lesley A., 2020). Apesar do aparente impacto respiratório, percebe-se que outros órgãos são afetados, sendo um deles o sistema musculoesquelético, levando a efeitos somáticos que levam à dor crônica (KEMP, Harriet I.; CORNER, Eve; COLVIN, Lesley A., 2020). A dor crônica parece fazer parte do processo de sobrevivência e pouco se sabe sobre os cuidados necessários (KEMP, Harriet I. et al., 2019). A dor crônica torna-se um importante problema de saúde pública após a admissão e alta do paciente, pois gera alto índice de incapacidade física e funcional (KEMP, Harriet I. et al., 2019). Os pesquisadores Kemp et al., (2019) estimaram a prevalência de dor crônica, dependendo da ferramenta de avaliação, entre 14% e 70%, apontando para dor nociceptiva, neuropática e dor nociplastica que pode ocorrer nos pacientes pós-infecção pelo (COVID-19). Nesse sentido, o presente estudo buscará responder a seguinte pergunta de pesquisa: Qual a prevalência de dor crônica numa população pré-estabelecida de idosos de Chapecó após terem passado pela infecção de COVID-19? A hipótese do presente estudo é de que a infecção por COVID-19 aumente o quadro de dor nos idosos. Objetivo: Investigar a prevalência de dor crônica em idosos infectados por COVID-19 em Chapecó. Método: Trata-se de um estudo descritivo quantitativo que será realizado a partir de uma amostra populacional já estabelecida, como preconizado por Marques e Peccin (2005). A população do estudo abrange os idosos de ambos os sexos, que passaram pela infecção do (COVID-19) ou suspeita, idosos da cidade de Chapecó. Os instrumentos para a coleta de dados serão os seguintes: ficha de anamnese inicial; escala do estado funcional Pós-COVID-19 (Post-COVID-19 Functional Status Scale – PCFS; Inventário Breve de Dor - forma reduzida (Brief Pain Inventory – BPI); este projeto está aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos da Unoesc Chapecó (Protocolo número 5.656.559). Resultados: Após a coleta dos dados, eles serão analisados e discutidos, e os resultados serão divulgados por meio da submissão do trabalho numa revista científica. Além de divulgar os resultados entre os idosos participantes da pesquisa como forma de retribuir à sociedade, podendo melhorar o entendimento dessa patologia nesta população e, até, auxiliar o serviço de assistencialismo. Conclusão: Nossa conjectura de conclusão a partir dos resultados, será de que a COVID-19 está associado ao aumento do quadro de dor crônica em idosos.

Palavras-chave: Chapecó; Covid-19; Dor Crônica; Idosos; Síndrome Pós-Covid.

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Publicado

10-11-2022

Como Citar

Schorr Grossl, F., Gonçalves De Souza, E., Belleboni, A. C., Uilian Antunes Nunes, C., Tiepo , L. F., & Scheidt, T. E. (2022). PREVALÊNCIA DE DOR CRÔNICA PÓS-COVID-19 EM IDOSOS DA CIDADE DE CHAPECÓ. Seminário De Iniciação Científica E Seminário Integrado De Ensino, Pesquisa E Extensão, e31093. Recuperado de https://periodicos.unoesc.edu.br/siepe/article/view/31093

Edição

Seção

Chapecó - Pesquisa