O DESCARTE DE RESÍDUOS NA BIOMEDICINA ESTÉTICA: DESAFIOS E SUSTENTABILIDADE
Resumo
Introdução: A Biomedicina estética, como área de atuação em saúde, gera grande quantidade de resíduos devido ao uso frequente de materiais descartáveis, cosméticos, insumos químicos e perfurocortantes. Esse acúmulo de resíduos coloca em evidência a necessidade de práticas sustentáveis, uma vez que o manejo inadequado pode gerar sérios impactos ambientais, riscos à saúde pública e até infrações legais. Objetivo: O objetivo do presente trabalho é descrever como ocorre o gerenciamento de resíduos gerados em clínicas de estética. Método: Foram cruzados os unitermos “sustentabilidade AND estética OR segregação OR descarte OR eficiência OR desafios” nas bases SciELO, Google Acadêmico e PubMed, pesquisando artigos publicados em português e inglês no período de 2014 a 2025. Resultados: O estudo mostrou que nos estabelecimentos de atendimento estético os principais grupos de resíduos pertencem aos grupos A; B; D e E e que a classificação correta auxilia na separação e destinação desses resíduos gerados Conclusão: Portanto, discutir o descarte dos resíduos de saúde gerados na Biomedicina estética é ampliar o conceito de estética responsável. O cuidado com a beleza deve ser inseparável da preservação ambiental, pois cada seringa, agulha ou frasco descartado incorretamente representa não apenas risco biológico, mas também uma agressão à saúde coletiva e ao equilíbrio do planeta. O biomédico esteta, ao assumir o compromisso com a gestão correta dos resíduos, fortalece a imagem da profissão e promove um modelo de clínica sustentável, em que ciência, ética e responsabilidade ambiental caminham juntas.
