ESG, TAMAHO DA ORGANIZAÇÃO E O ESTÁGIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTADUNIDENSE

Autores

  • Wesley Bianchini Graduando em Administração (UNOESC)
  • Gilvane Scheren UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Resumo

Introdução: São práticas que afetam investimentos sustentáveis e responsáveis (SR) das empresas, como também as
práticas de éticas sustentáveis se baseia nas pontuações ambientais, sociais e de governança fornecidas pelas
agências de classificação, e uma investigação minuciosa dos escores ESG é um tópico negligenciado na literatura.
A Responsabilidade Social Corporativa (RSC) tem sido objeto de analise dos orgãos reguladores e do público em
geral, condição que exige das empresas um aumento na demanda social e práticas ambientalmente responsáveis,
em especial a perspectiva ESG tem um papel primordial nesse contexto (GUIMARÃES; MALAQUIAS, 2023). Objetivo:
O presente estudo tem como objetivo analisar a relação entre o tamanho da organização e o estágio da
responsabilidade social em empresas brasileiras e estadunidenses, sob a ótica da ESG, com ênfase no Pilar Social.
Método: A pesquisa caracteriza-se como quantitativa, descritiva e documental, tendo como base de dados a
plataforma Refinitiv. A população correspondeu a todas as empresas disponíveis, e a amostra foi composta por 115
brasileiras e 2.854 estadunidenses. A coleta de dados ocorreu entre julho e agosto de 2024, contemplando os anos
de 2021 a 2023. O tratamento estatístico incluiu estatística descritiva, testes de correlação, que permite avaliar a
influência do porte econômico no desempenho ESG e social das companhias. Resultados: Os resultados
evidenciaram que, em diferentes setores, as empresas brasileiras apresentaram médias superiores em ESG e Pilar
Social, mesmo operando com Ativos Totais menores que os observados nos Estados Unidos. Essa tendência foi
marcante em setores como comunicação social, saúde, indústria de transformação e serviços de utilidade pública.
A matriz de correlações demonstrou associação positiva e forte entre ESG e Pilar Social, reforçando a
interdependência entre as dimensões, ao passo que a relação do Ativo Total com tais indicadores se mostrou
positiva, mas fraca. A correlação confirmou que o porte econômico exerce influência limitada sobre o estágio da
responsabilidade social, sendo a adoção de práticas ESG estão vinculadas a fatores institucionais, regulatórios e de
gestão. Conclusão: Conclui-se que o compromisso socioambiental não depende exclusivamente da dimensão
patrimonial, mas da integração de políticas organizacionais e pressões externas que impulsionam a legitimidade
empresarial.

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Biografia do Autor

Gilvane Scheren, UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina.


FotoMestre em Ciências Contábeis e Administração pela Universidade Comunitária Regional de Chapecó (2018), especialista em MBA em Finanças, Controladoria e Gestão Tributária pela Universidade Regional de Blumenau (2013), especialista em Contabilidade Aplicada ao Setor Público pela Universidade Comunitária Regional de Chapecó (2017) e graduado em Ciências Contábeis pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (2010). Atualmente é professor da Universidade do Oeste de Santa Catarina, contador da Prefeitura Municipal de Chapecó. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Ciências Contábeis nas áreas de controladoria, finanças e contabilidade governamental.

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Publicado

19-11-2025

Como Citar

Bianchini, W., & Scheren, G. (2025). ESG, TAMAHO DA ORGANIZAÇÃO E O ESTÁGIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTADUNIDENSE . Seminário De Iniciação Científica E Seminário Integrado De Ensino, Pesquisa E Extensão (SIEPE), e37825 . Recuperado de https://periodicos.unoesc.edu.br/siepe/article/view/37825

Edição

Seção

Campus Xanxerê