SOFRIMENTO COLETIVO E RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL: O TRABALHO NA ERA NEOLIBERAL
Resumo
O capitalismo, em suas variadas formas históricas, moldou e molda profundamente as relações de trabalho, a subjetividade e as condições de vida dos indivíduos. Desde a crítica de Marx sobre a exploração e a alienação do trabalhador, as transformações do fordismo, até os novos moldes neoliberais, observam-se a intensificação da precarização laboral e do sofrimento psíquico. Nesse contexto, processo como a uberização é exemplo de como a lógica do lucro e da competitividade reorganiza o trabalho, naturalizando a informalidade e a vulnerabilidade. Em face ao exposto, este trabalho objetiva analisar criticamente as transformações do trabalho e da exploração laboral desde o capitalismo clássico até o neoliberalismo contemporâneo, destacando seus efeitos sobre a subjetividade e o sofrimento psíquico dos trabalhadores e refletindo sobre o papel da psicologia para com os indivíduos nesse contexto. O estudo, construído coletivamente pelas acadêmicas citadas, foi elaborado a partir de leituras e reflexões dos textos bases do autoestudo da unidade 3 do componente Psicologia Organizacional e Saúde Mental no Trabalho e de obras complementares publicadas e selecionadas a partir do conteúdo temático – seleção por conteúdo (Severino, 2018), constituindo um estudo bibliográfico de abordagem qualitativa.
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