TRILHAS SEGURAS: PLANEJAMENTO, SEGURANÇA E SUSTENTABILIDADE
Resumo
O presente projeto tem como objetivo principal desenvolver um plano de segurança e sinalização para percursos naturais, promovendo o lazer ativo, a educação ambiental e a prática responsável de atividades de aventura. A proposta parte da necessidade de garantir que a exploração de trilhas ocorra com segurança, reduzindo riscos e ampliando o acesso de diferentes públicos a experiências ao ar livre. O conceito de Trilhas Seguras envolve ações integradas, como o mapeamento de riscos, a sinalização padronizada, as melhorias de infraestrutura, a capacitação em práticas de Mínimo Impacto Ambiental e a educação ambiental. A iniciativa visa unir segurança, educação e sustentabilidade, transformando trilhas em espaços de aprendizado e convivência saudável com a natureza, além de impulsionar o turismo sustentável em unidades de conservação (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2025). A prática de atividades como o trilhismo e caminhadas ecológicas traz benefícios físicos, mentais e sociais, fortalecendo o vínculo com o meio ambiente (ABM, 2022; CNN BRASIL, 2023; ESPORTES DELUXE, [s.d.]). No entanto, essas atividades exigem planejamento técnico e gestão adequada de riscos, visto que trilhas sem sinalização ou com trechos perigosos podem aumentar os acidentes (BRASIL, 2023). O conceito de Trilhas Seguras integra diversas ações essenciais: o Mapeamento de Riscos, que consiste na análise detalhada de fatores de perigo no percurso a sinalização padronizada, que deve utilizar marcações que sigam normas reconhecidas nacionalmente (BRASIL, 2023) as melhorias de infraestrutura, como a instalação de apoios físicos em trechos perigosos; e a capacitação de guias e comunidade em práticas de Mínimo Impacto Ambiental (SÃO PAULO, 2017). Adicionalmente, a Educação Ambiental e Cidadania promove a conscientização sobre o respeito e o cuidado com as áreas naturais. As trilhas seguras atuam como um elo entre o lazer, o turismo sustentável e a preservação ambiental. Em conclusão, a criação de protocolos técnicos e o envolvimento comunitário são cruciais para a utilização contínua e responsável dos espaços. A gestão do percurso deve ser dinâmica, com monitoramento constante das condições ambientais, especialmente em face da crescente incidência de eventos extremos devido às mudanças climáticas (IFSC, [s.d.]; MPRJ, 2023). Dessa forma, o projeto demonstra como a integração entre profissionais de diversas áreas pode transformar as trilhas em espaços de convivência saudável, reforçando o potencial do país como referência em turismo sustentável em sintonia com a agenda climática e ambiental (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2025).
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