GENÉTICA E DESEMPENHO ESPORTIVO: LIMITES ÉTICOS DA TERAPIA GÊNICA
Resumo
Introdução: Os genes podem ser modificados a partir da interação de um indivíduo com o ambiente e a abordagem da terapia gênica etnicamente responsável deveria ser utilizada apenas com fins terapêuticos, e não para a melhora do desempenho físico. Objetivo: Reconhecer como a genética influencia o desempenho físico de um atleta e como o ambiente pode influenciar a expressão dos genótipos. Método: Após a leitura de dois artigos em sala, foi pesquisado um terceiro artigo na plataforma Perplexity. Com base nessas fontes, foi elaborado um resumo com as principais informações. Resultados: As atividades físicas impulsionaram estudos sobre como o ambiente influencia a manifestação dos genótipos em diferentes indivíduos. Pesquisadores constataram que indivíduos com características genéticas semelhantes tendem a apresentar melhor desempenho em diferentes atividades. Essa diferença de desempenho está ligada à atuação de distintos genótipos. Buscando a melhora da performance, alguns atletas recorrem ao doping genético. No entanto, a terapia genética ainda é experimental, não é possível mensurar os danos que podem ser causados ao organismo pois a maioria dos estudos realizados até o momento foi conduzida em animais. O uso eticamente correto da terapia gênica deve ser restrito ao tratamento de patologias. Conclusão: Dessa forma, fica evidente que os genes podem ser modificados pelo ambiente. Também deixa claro que a terapia gênica deveria ser utilizada apenas para tratamentos terapêuticos, não sendo eticamente correto seu uso como doping genético, pois não há estudos suficientes.
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