Idosos na década de 50/60: percepções de ansiedade e reflexões sobre crises passadas

Autores

  • Júlia Junkes Unoesc Videira
  • Rebeca De Sales
  • Maxemino Luiz Martinelli

Resumo

Este estudo explora a percepção da ansiedade entre idosos nascidos nas décadas de 1950 e 1960, considerando as transformações físicas, psicológicas e sociais que acompanham o envelhecimento. Essas gerações enfrentaram crises significativas e mudanças sociais, incluindo o surgimento de tecnologias e o declínio das redes de apoio familiar, que aumentaram os sentimentos de ansiedade e isolamento. Atualmente, a maior conscientização sobre saúde mental influencia como esses idosos reconhecem e gerenciam a ansiedade.

O estudo visa analisar a relação entre eventos passados, como tensões políticas e insegurança financeira, e o impacto das mudanças na percepção sobre saúde mental, que têm incentivado abordagens mais humanizadas. A metodologia consistiu em uma busca não exaustiva na literatura, permitindo uma compreensão de como os estudos tratam as percepções subjetivas dos idosos sobre ansiedade e estratégias de enfrentamento, tanto no passado quanto no presente. A pesquisa destaca a importância de entender o contexto histórico para melhorar o suporte psicológico oferecido a essa população, contribuindo para o campo da psicologia do envelhecimento e para a formulação de políticas públicas de saúde mental.

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Publicado

27-01-2025

Como Citar

Junkes, J., De Sales, R., & Martinelli , M. L. (2025). Idosos na década de 50/60: percepções de ansiedade e reflexões sobre crises passadas. Anuário Pesquisa E Extensão Unoesc Videira, 9, e37021. Recuperado de https://periodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/37021

Edição

Seção

Área das Ciências da Vida e Saúde – Resumos