INOVAÇÃO TERAPÊUTICA: O PAPEL DA INSULINA E DE NOVOS MEDICAMENTOS NO TRATAMENTO DE DIABETES TIPO 2 E OS AVANÇOS DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Resumo
A diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença crônica marcada por elevados níveis de glicemia, representando um grande desafio de saúde pública. O objetivo foi analisar o papel das novas insulinas e medicações mais recentes para o tratamento de DM2. Este estudo consiste em uma revisão integrativa da literatura. A busca de publicações foi realizada em bases como Google Acadêmico, SciELO, PubMed, Periódicos CAPES e em instituições como SBD, Ministério da Saúde, ADA e IDF. Foram utilizados descritores relacionados a DM2, novas terapias, insulinas e agentes hipoglicemiantes. Como critérios de inclusão, selecionaram-se artigos publicados entre 2021 e 2025, em português, inglês ou espanhol. Os resultados mostraram que os avanços farmacêuticos transformaram o tratamento da DM2, trazendo terapias mais eficazes e modernas. Novas insulinas de ação prolongada e medicamentos como os agonistas duplos GIP/GLP-1 aumentam a adesão e reduzem efeitos adversos. A tirzepatida e a insulina icodec representam avanços importantes no tratamento da DM2, unindo eficácia metabólica e maior comodidade terapêutica. Esses fármacos melhoram o controle glicêmico, favorecem a adesão e refletem a tendência de terapias mais individualizadas. Porém, apesar dos resultados promissores, ainda são necessários monitoramento contínuo e estudos de longo prazo para garantir segurança e uso adequado. Assim, as inovações reforçam a importância da pesquisa e da prática clínica baseada em evidências para um cuidado mais eficaz e humanizado.
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