A função do produtor gráfico em agências de publicidade e propaganda. Análise das agências de Joaçaba e Herval d’Oeste

Autores

  • Simone Dal Moro UNOESC
  • Silvia Spagnol Simi dos Santos UNOESC

Resumo

Analisa-se aqui a função do produtor gráfico nas agências de publicidade de Joaçaba e Herval d’Oeste, SC. A análise foi feita por meio de pesquisa bibliográfica com consulta aos principais autores da área, e pesquisa qualitativa, realizada com pelo menos um profissional de cada agência de publicidade das cidades. De acordo com os autores, muitas vezes o produtor gráfico não é reconhecido como parte da agência, mas da gráfica, além de muitas vezes esta função ser exercida pelo diretor de arte da agência. Também foi feita uma análise dos conhecimentos dos profissionais em relação à finalização de arquivos, às etapas de impressão, bem como ao relacionamento destes profissionais com os demais setores da agência, também fornecedores regionais e às necessidades de fornecedores de grandes centros, além, ainda, da capacitação de cada um, e outras funções realizadas na agência.

Palavras-chave: Agência de publicidade e propaganda. Gráficas. Herval d’Oeste. Joaçaba. Produtor gráfico.

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Biografia do Autor

Simone Dal Moro, UNOESC

Graduada em Comunicação Social habilitação em Publicidade e Propaganda

Silvia Spagnol Simi dos Santos, UNOESC

Possui graduação em Comunicação Social habilitação em Publicidade e Propaganda, Especialização em Comunicação e Marketing e Especialização em Novas Mídias, Rádio e TV e é Mestre em Ciências da Linguagem, com foco na linguagem não verbal. Atualmente é Coordenadora dos cursos de Comunicação Social da Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC campus de Joaçaba, e professora em várias disciplinas nos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Radialismo

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Publicado

2012-11-26

Como Citar

Moro, S. D., & Simi dos Santos, S. S. (2012). A função do produtor gráfico em agências de publicidade e propaganda. Análise das agências de Joaçaba e Herval d’Oeste. Unoesc & Ciência - ACSA, 3(2), 171–182. Recuperado de https://periodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/2063